Todos nós grampeamos em nossas vidas pessoas, objetos, lugares, lembranças e emoções. Nessa caminhada só depende de nós a decisão de deixá-las unidas ou livrar-se delas...
Pesquisar este blog
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Curiosidades sobre a Semana de Arte Moderna:
- Durante a leitura do poema "Os Sapos",
de Manuel Bandeira (leitura feita por Ronald de Carvalho), o público presente
no Teatro Municipal fez coro e atrapalhou a leitura, mostrando desta forma a
desaprovação.
- No dia 17 de fevereiro, Villa-Lobos fez uma
apresentação musical. Entrou no palco calçando num pé um sapato e em outro um
chinelo. O público vaiou, pois considerou a atitude futurista e desrespeitosa.
Depois, foi esclarecido que Villa-Lobos entrou desta forma, pois estava com um
calo no pé.
Os Sapos
Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.
Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- "Meu pai foi à guerra!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não
foi!".
O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado.
Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.
O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoantes de apoio.
Vai por cinquenta anos
Que lhes dei a norma:
Reduzi sem danos
A fôrmas a forma.
Clame a saparia
Em críticas céticas:
Não há mais poesia,
Mas há artes poéticas..."
Urra o sapo-boi:
- "Meu pai foi rei!"- "Foi!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não
foi!".
Brada em um assomo
O sapo-tanoeiro:
- A grande arte é como
Lavor de joalheiro.
Ou bem de estatuário.
Tudo quanto é belo,
Tudo quanto é vário,
Canta no martelo".
Outros, sapos-pipas
(Um mal em si cabe),
Falam pelas tripas,
- "Sei!" - "Não sabe!" -
"Sabe!".
Longe dessa grita,
Lá onde mais densa
A noite infinita
Veste a sombra imensa;
Lá, fugido ao mundo,
Sem glória, sem fé,
No perau profundo
E solitário, é
Que soluças tu,
Transido de frio,
Sapo-cururu
Da beira do rio...
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922.
A Semana, realizada entre 11 e 18 de fevereiro de
1922, foi à explosão de ideias inovadoras que aboliam por completo a perfeição
estética tão apreciada no século XIX. Os artistas brasileiros buscavam uma
identidade própria e a liberdade de expressão; com este propósito,
experimentavam diferentes caminhos sem definir nenhum padrão. Isto culminou com
a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que foram assistir a
este novo movimento. Logo na abertura, Manuel Bandeira, ao recitar seu poema Os
sapos, foi desaprovado pela plateia através de muitas vaias e gritos.
Embora tenha sido alvo de muitas críticas, a Semana
de Arte Moderna só foi adquirir sua real importância ao inserir suas ideias ao
longo do tempo. O movimento modernista continuou a expandir-se por divulgações
através da Revista Antropofágica e da Revista Klaxon, e também pelos seguintes
movimentos: Movimento Pau-Brasil, Grupo da Anita, Verde-amarelíssimo e pelo
Movimento Antropofágico.
Todo novo movimento artístico é uma ruptura com os
padrões utilizados pelo anterior, isto vale para todas as formas de expressões,
sejam elas através da pintura, literatura, escultura, poesia, etc. Ocorre
que nem sempre o novo é bem aceito, isto foi bastante evidente no caso do
Modernismo, que, a principio, chocou por fugir completamente da estética europeia
tradicional que influenciava os artistas brasileiros.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
RELEITURA DE OBRAS DE ARTE.
Essas são algumas das releituras realizadas nas aulas de Arte na Escola Municipal Ricardo Vieira do Couto em Jucuri zona rural de Mossoró/RN.
Tela 01- Acima: da percepção corporal ao espaço individual, identifica-se pela postura fetal e uso de cores variadas com o aparecimentos de formas geométricas.
Tela 02- 9º ano: Técnica da tinta líquida no uso da papel madeira, deixando a tinta correr mas de forma controlada, depois ao secar, deixa-se livre a apreciação de formas pelos alunos (as) e o que surgiu é essa linda forma marinha...O GOLFINHO ou BOTO COR DE ROSA.
Tela 03 -7º ano A: Releitura de O GRITO de Edvard Munch... papel madeira e giz de cera.
Tela 04 -7º ano B: Releitura de ABAPORU de Tarsila do Amaral... papel madeira e giz de cera.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Cia. ARTES sem LIMITES realiza seu 1º ESPETACULO DIA 25/11 NO TEATRO DIX-HUIT ÁS 20H.
In!? Significa à inclusão do movimento dos limites corporais,
A inadiável mudança no
espaço cênico,
A incansável vontade
de dançar frente às impossibilidades,
A introdução da Arte
do corpo deficiente,
É a indagação da relação
sociedade-dança-deficiência,
A insurreição dos
procedimentos de exclusão dos corpos considerados imperfeitos e improdutivos em
diferentes períodos históricos.
Na íntegra partimos
para as fronteiras com outras linguagens, nosso desejo artístico é intemporal de atuar para além das esferas
segregacionistas.
Prof. Hebert Menezes
Direção Artística e Coreografias.
Benomia Rebouças
DireçãoGeral.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Para não perder da memória...
Em 2013 tem mais...
Agora estamos intensificando os ensaios para o nosso espetáculo em 18/11/2012.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Uma aula de Arte Afro-brasileira
Objetivos:
1) Estudar a cultura afro-brasileira a partir de sua influência na obra de Mestre Didi.
2) Produzir uma obra a partir de um conto, utilizando os mesmos materiais propostos pelo artista.
Comentários:
A Lei nº 10.639 de 2003 obriga os professores a trabalharem a cultura afro-brasileira em sala-de-aula. Com essa aula, será possível unir história oral e cultura material africanas, e sua influência nas obras de um dos artistas brasileiros mais importantes, Mestre Didi. Material: O texto http://educacao.uol.com.br/artes/arte-afro-brasileira-mestre-didi, é um ótimo ponto de partida para essa aula.
Para a execução da obra:
- palha - búzios
- fitas coloridas
- miçangas coloridas
- papel cartão de várias cores
- retalhos de tecidos coloridos
- argila ou massa de modelar
- cola quente.
Estratégia:
1) Leitura e interpretação do texto.
2) Leitura e interpretação de obras de arte de Mestre Didi.
3) Leitura de contos africanos. Atividade: A partir da interpretação de uma história contada oralmente, os alunos devem esboçar um desenho que represente um personagem ou elementos da história narrada. A seguir, tendo como base o esboço, compor a escultura. É importante que o professor ajude os alunos a se familiarizarem com os materiais, especialmente a palha, propor que os alunos encontrem soluções para que ela fique firme, por exemplo, apoiando-a numa estrutura feita com argila ou papel cartão. A estrutura da escultura deve ser de palha, de modo que, assim que estiver pronta, ornamentar com búzios, miçangas, papel colorido etc., para que represente o personagem ou elemento da narrativa. Apresentação dos trabalhos.
Sugestões:
1) Interdisciplinaridade com Geografia, Português e História.
2) Os alunos podem pesquisar contos africanos.
3) Com crianças menores, é possível propor a construção de uma escultura em grupos, ou ainda, propor a confecção de bonecos, para encenar o conto.
Por Valéria peixoto de Alencar
é historiadora formada pela USP e Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. É uma das autoras do livro Arte-educação: experiências, questões e possibilidades (Editora Expressão e Arte).
1) Estudar a cultura afro-brasileira a partir de sua influência na obra de Mestre Didi.
2) Produzir uma obra a partir de um conto, utilizando os mesmos materiais propostos pelo artista.
Comentários:
A Lei nº 10.639 de 2003 obriga os professores a trabalharem a cultura afro-brasileira em sala-de-aula. Com essa aula, será possível unir história oral e cultura material africanas, e sua influência nas obras de um dos artistas brasileiros mais importantes, Mestre Didi. Material: O texto http://educacao.uol.com.br/artes/arte-afro-brasileira-mestre-didi, é um ótimo ponto de partida para essa aula.
Para a execução da obra:
- palha - búzios
- fitas coloridas
- miçangas coloridas
- papel cartão de várias cores
- retalhos de tecidos coloridos
- argila ou massa de modelar
- cola quente.
Estratégia:
1) Leitura e interpretação do texto.
2) Leitura e interpretação de obras de arte de Mestre Didi.
3) Leitura de contos africanos. Atividade: A partir da interpretação de uma história contada oralmente, os alunos devem esboçar um desenho que represente um personagem ou elementos da história narrada. A seguir, tendo como base o esboço, compor a escultura. É importante que o professor ajude os alunos a se familiarizarem com os materiais, especialmente a palha, propor que os alunos encontrem soluções para que ela fique firme, por exemplo, apoiando-a numa estrutura feita com argila ou papel cartão. A estrutura da escultura deve ser de palha, de modo que, assim que estiver pronta, ornamentar com búzios, miçangas, papel colorido etc., para que represente o personagem ou elemento da narrativa. Apresentação dos trabalhos.
Sugestões:
1) Interdisciplinaridade com Geografia, Português e História.
2) Os alunos podem pesquisar contos africanos.
3) Com crianças menores, é possível propor a construção de uma escultura em grupos, ou ainda, propor a confecção de bonecos, para encenar o conto.
Por Valéria peixoto de Alencar
é historiadora formada pela USP e Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. É uma das autoras do livro Arte-educação: experiências, questões e possibilidades (Editora Expressão e Arte).
Mestre Didi, o artista sacerdote
Como escultor, escritor, ensaísta e curador,
Deoscoredes M. dos Santos, ou Mestre Didi, de 83 anos, é um representante da
cultura afro-brasileira. Como sumo sacerdote do culto aos ancestrais Egungun,
Didi é o interlocutor entre os vivos e os mortos. Se, por um lado, sua arte é
um feixe de luz sobre mitos e tradições ancestrais, sua palavra permanece sob
um invólucro de santidade. “Ele fez um juramento que lhe privou de falar em
público, fora do recinto religioso. O seu dizer não pode ser deturpado”, explica
sua esposa, a antropóloga Juana Elbein dos Santos, designada sua porta-voz.
A sabedoria do baiano Mestre Didi é transmitida efetivamente via uma extensa produção de esculturas – que lhe rendeu reconhecimento internacional como um artista de vanguarda. Suas obras fazem parte do acervo do Museu Picasso, em Paris, do MAM de Salvador e do Rio de Janeiro, entre vários outros museus estrangeiros. Atualmente, seu trabalho pode ser visto na Mostra do Redescobrimento e em uma exposição individual na Galeria São Paulo. Suas formas confeccionadas com contas, búzios, renda de couro e folhas de palmeira são inspiradas em mitos,lendas e objetos de culto aos orixás. Sua iniciação – à arte e à religião – se deu ainda menino, aos oito anos.
Começou fazendo entalhes em madeira, depois vieram os “exus” esculpidos em cimento e barro. Aos 29 anos publicou o primeiro livro, Tal Qual se Fala com prefácio de Jorge Amado e ilustrações de Carybé. Outros 20 livros se seguiram, entre histórias de terreiros e contos da tradição negra da Bahia. Mas Mestre Didi sempre julgou a palavra escrita insuficiente na transmissão de conhecimentos. “No começo dos anos 80 tivemos uma comunidade infantil onde Didi escrevia e encenava peças de teatro, ensinava canto, dança, maquiagem. Não existe dicotomia entre as artes”, diz Juana. “Todos os contos afro-brasileiros são cânticos. Foram feitos para serem ouvidos, cantados e dançados”, completa ela. É por isto que Mestre Didi também é conhecido como um artista integral, “um renascentista da cultura nagô”.
By Paula Alzugaray (UOL)
A sabedoria do baiano Mestre Didi é transmitida efetivamente via uma extensa produção de esculturas – que lhe rendeu reconhecimento internacional como um artista de vanguarda. Suas obras fazem parte do acervo do Museu Picasso, em Paris, do MAM de Salvador e do Rio de Janeiro, entre vários outros museus estrangeiros. Atualmente, seu trabalho pode ser visto na Mostra do Redescobrimento e em uma exposição individual na Galeria São Paulo. Suas formas confeccionadas com contas, búzios, renda de couro e folhas de palmeira são inspiradas em mitos,lendas e objetos de culto aos orixás. Sua iniciação – à arte e à religião – se deu ainda menino, aos oito anos.
Começou fazendo entalhes em madeira, depois vieram os “exus” esculpidos em cimento e barro. Aos 29 anos publicou o primeiro livro, Tal Qual se Fala com prefácio de Jorge Amado e ilustrações de Carybé. Outros 20 livros se seguiram, entre histórias de terreiros e contos da tradição negra da Bahia. Mas Mestre Didi sempre julgou a palavra escrita insuficiente na transmissão de conhecimentos. “No começo dos anos 80 tivemos uma comunidade infantil onde Didi escrevia e encenava peças de teatro, ensinava canto, dança, maquiagem. Não existe dicotomia entre as artes”, diz Juana. “Todos os contos afro-brasileiros são cânticos. Foram feitos para serem ouvidos, cantados e dançados”, completa ela. É por isto que Mestre Didi também é conhecido como um artista integral, “um renascentista da cultura nagô”.
By Paula Alzugaray (UOL)
terça-feira, 18 de setembro de 2012
A ARTE DE ENGANAR - BORIS CASOY
O uso da emoção é um dos instrumentos
mais comuns nas campanhas eleitorais.
Quanto menos informada é a população
de eleitores, mais a emoção é eficaz para conseguir votos. Embora isso seja
pouco ou nada mais divulgado, no Brasil a tentativa de envolver as emoções no
turbilhão eleitoral é, provavelmente, a ferramenta mais importante de uma
campanha.
Cerca de 70% dos eleitores brasileiros não têm o primeiro grau completo. Na visão dos políticos, dos publicitários e especialistas que dirigem campanhas eleitorais, é bem mais prático influenciar essas pessoas usando sua emoção do que a razão. Mostrar as dificuldades reais do país através de estudos técnicos, apresentar gráficos, discutir opções teóricas de caminhos a serem seguidos e propor planos de governo reais, tudo isso é considerado totalmente sem efeito, inútil, por aqueles que dirigem campanhas eleitorais.
Cerca de 70% dos eleitores brasileiros não têm o primeiro grau completo. Na visão dos políticos, dos publicitários e especialistas que dirigem campanhas eleitorais, é bem mais prático influenciar essas pessoas usando sua emoção do que a razão. Mostrar as dificuldades reais do país através de estudos técnicos, apresentar gráficos, discutir opções teóricas de caminhos a serem seguidos e propor planos de governo reais, tudo isso é considerado totalmente sem efeito, inútil, por aqueles que dirigem campanhas eleitorais.
Qual foi, então, a solução encontrada
para essas campanhas? O uso da emoção, dos sentimentos humanos. Para isso nada
mais apropriado que o uso da televisão. Um discurso flamejante, teatral,
humano, fraternal, igual, salvador, uma música envolvente com letra heróica e
uma seqüência estudada de imagens cinematográficas que mexem com a alma; essa é
a fórmula básica da conquista de votos no Brasil. Nesta campanha o uso da
televisão foi limitado. Não poderão ser usadas as caríssimas produções que
buscavam mexer com a alma humana. Basicamente, os candidatos vão ter que se
dirigir pessoalmente aos eleitores, sem imagens produzidas. Vai ser mais
difícil, mas certamente vão ser usadas ao máximo as técnicas que buscam tirar
proveito da emoção.
Mas não é só emoção. No Brasil ela
funciona junto com alguma coisa que pode parecer racional ao eleitor. Na
maioria das campanhas para presidente, governador e prefeito, são feitas
pesquisas entre os eleitores, verificando quais são seus principais anseios e
desejos. Por exemplo: um candidato a governador verifica que seus possíveis
eleitores têm como prioridade a habitação. A partir dessa constatação toda a
parte aparentemente racional da campanha será dirigida basicamente para esse
tema. Se na pesquisa os eleitores demonstram que querem eleger um candidato que
combata a corrupção, dá-lhe discurso contra a corrupção. A técnica é trabalhar
com as emoções e com os anseios. A verdade pouco importa.
Como os orçamentos públicos são sempre
menores do que o eleitor quer, os candidatos são aconselhados a prometer, sem
tocar na questão dos recursos. Não há pudor: se promete tudo. E num pacote de
emoção e promessas, evidentemente acompanhadas de críticas à atual situação, se
arrancam os votos. Com a certeza de que, depois, ninguém vai cobrar as
promessas. Há até quem diga que promessa eleitoral não deve ser cobrada porque
não é para valer.
É claro que nisso tudo há exceções.
Mas são poucas.
Se todos nós voltássemos com mais
razões e menos emoção, procurando ver o que representam e quem são realmente os
candidatos, o que eles fizeram e falaram no passado, certamente teríamos um
Brasil melhor. Mas esta é uma outra história que fica para uma outra vez.
domingo, 24 de junho de 2012
QUADRILHA JUNINA "INCLUSÃO COM PAIXÃO" é inédita no Brasil.
O ineditismo da Quadrilha Junina “INCLUSÃO COM PAIXÃO” é definido por se tratar
de uma formação com deficientes e em cadeiras de rodas, que por sua vez,
segundo nossas pesquisas via Internet, desconhecemos em região nacional uma
quadrilha sobre esses aspectos de inclusão.
Neste
primeiro ano de nossa atuação e com a abertura do edital prêmio RN Junino 2012,
surge em todos os participantes à vontade, o desejo da ação de movimentar-se, a
possibilidade de realização em espaços diferenciados contemporâneos, neste
sentido, será o reconhecimento de que o corpo deficiente busca agora fluxos não
hegemônicos de criação e atuação cênica.
Eu e Isaura Amélia Rosado Maia Secretária Extraordinária da Cultura do Governo do Estado do RN. Nossa Quadrilha Junina INCLUSÃO COM PAIXÃO, foi contemplada com o prêmio de fomento a cultura junina do RN, conferido pela Fundação José Augusto. No momento da premiação no restaurante Manguai em Natal, membros da comissão de juri nos elogiou como um dos Projetos mais em apresentável da edição 2012.
Na foto representantes da Cia. ARTES sem LIMITES que dançam na quadrilha com a Sra. isaura Amelia. Da esqueda para a direita nosso aderecista Chitão, Isaura, Eu e Yaskara nossa artista plástica, sentadas Cláudia minha assistente e Benomia nossa Diretora Geral.
sábado, 23 de junho de 2012
QUADRILHA JUNINA INCLUSÃO COM PAIXÃO.
Estamos na reta final... apresentação dia 28 de junho ás 19h na arena Deodete Dias no Mossoró Cidade Junina.
Fomos premiados pela Secretaria Extraordinária da Cultura do Governo do Estado do RN - Incentivo a cultura local.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Vale apena lembrar!
"Foto tirada depois da audiência com a Prefeita Fafá Rosado e o chefe de gabinete, da esquerda para direita: Tereza Cristina da APAE, Prof. Hebert Menezes, a Prefeita Fafá Rosado, Gustavo Rosado (chefe de gabinete). Sentada nas cadeiras de rodas, Bonomia e Claudia"
Na ultima quinta-feira (24/05/2012), no Palácio da Resistência, a prefeita Fafá Rosado recebeu a comissão do Fórum de Mulheres com Deficiência de Mossoró e Região. O Fórum levou para a prefeita um projeto de artes que vai trabalhar dança com pessoas com deficiência, o projeto tem o nome Companhia Artes sem Limites. A proposta da Cia. Artes sem Limites é trabalhar com a clientela do qual o Fórum é formado, que são todas as deficiências, e os trabalhos da Cia. vai ser divididos em dois momentos, no primeiro semestre ela ganha a forma de quadrilha junina e no segundo semestre um espetáculo de dança contemporânea que será apresentado no teatro municipal.
Para lançar o grupo escolheu-se a performance de quadrilha junina, por Mossoró ser conhecida com a festa junina mais animada da região. Uma quadrilha formada por cadeirantes, deficientes auditivos, deficientes intelectual, o grupo traz algo inovador para a dança com pessoas com deficientes, ou seja, não se tem conhecimento de um trabalho feito como esse que esta sendo preparado para Mossoró. A procura do grupo pela prefeita foi para buscar o apoio do poder público para um projeto que ira trabalhar a inclusão e concernência trazer muitos conhecimentos para aqueles que fazem a categoria artística do município. A prefeita depois de ouvir a comissão deu o apoio afirmando ser muito importante esse tipo de trabalho, e sugeriu que a Cia. disponibiliza-se da Escola de Artes para realizar seus ensaios, assim como acordou patrocinar nosso figurino e um ônibus que possa fazer a locomoção do grupo para os ensaios e consequentemente para a apresentação de lançamento do grupo, que vai acontecer dia 28 de junho às 17hs na Arena Deodato Dias no Mossoró Cidade Junina.
A prefeita recebeu um presente do grupo, uma camisa da Companhia, que disse usar no dia da apresentação e que não iria perder jamais esse dia.
Olha a prefeita já usando nossa camisa quando foi prestigiar a Gesto Cia. de dança.
Os participantes solicitaram apoio da Prefeitura Municipal para desenvolver o projeto. “É uma iniciativa inovadora que contará com a ajuda da municipalidade, pois é nosso dever apoiar ações que busquem promover a inclusão social” disse a Prefeita.
“Apresentaremos uma performance inédita com a quadrilha junina formada por pessoas com deficiência. Agradecemos a prefeita Fafá Rosado pelo apoio e dado a nosso grupo, e vejo que não vão se arrepender ”, declarou Hebert Menezes, professor de dança da companhia.
A quadrilha junina especial contará com a participação de 21 dançantes, sendo dez mulheres cadeirantes e dez rapazes dançando em pé. A quadrilha desenvolverá na arena o tema “Amor de São João deixa marcas diferentes no coração".
domingo, 6 de maio de 2012
EU SÓ QUERIA ABRI MINHA BOCA PARA FALAR ASSIM....
Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém.
Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem.
Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem.
Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém.
Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também.
Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem.
Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem?
Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém.
Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem.
Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.
De Caio Fernando Abreu por Mariathereza Maria Thereza (um presente que ela me deu)
quinta-feira, 12 de abril de 2012
NOTÍCIA BOA! ATÉ QUE ENFIM!
ESSA EU REPASSO COM MAIOR PRAZER, E ESPERO QUE
VOCÊ FAÇA O MESMO, REPASSE A TODOS OS SEUS CONTATOS: Vacina anti-câncer RINS E
PELE.
Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas
médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se
mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor
do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico
oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina: José Alexandre Barbuto.
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327
Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas
médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se
mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor
do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico
oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina: José Alexandre Barbuto.
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327
<http://www.vacinacontraocancer.com.br/>www.vacinacontraocancer.com.br
quinta-feira, 15 de março de 2012
DIS-ABAFO.
Abro a minha
boca para engoli sapos, cobras e lagartos
No mesmo
instante vomito preposições do meu ser
Do passado
não guardo magoas e nem beijos açoitados
Só me lembro
dos momentos luminosos no amanhecer.
Gostaria de
participar de uma corrente do bem
Não gosto de
mensagens virtuais multiplicadas
Vivo intensamente,
e a cada dia digo: amém
Pelas
pessoas que conheci distantes enviesadas.
Detesto
corrupção, mediocridade e falsidade
Gente oportunista
que se aproveita da bondade
Em minhas
ações tento e invento a saudade
Acredito em um
mundo de mudanças é verdade.
Se eu quisesse
explicar não conseguiria
Se eu
tentasse explorar fundo pouco iria
Se eu analisasse
me perderia
Numa
tempestade de ideias me derramaria
Ponho o meu
corpo em atrito
Com o vento,
o ar e o tempo
Deito-me no lume
do conhecimento
Derramo em
minha pele o líquido
Esponjoso do
olhar partido
Corto-me com
a língua afiada
Esgoto de
minha identidade
Chuva de minha
vontade
Esvazio
sempre o desejo... De amar e de perdoar. (By Hebert Menezes 14/03/12).
domingo, 4 de março de 2012
SUGESTÕES DE TEMAS PARA ELABORAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS EM ARTE
- SEGUINDO ORIENTAÇÕES DO CBC -
1 – EIXO TEMÁTICO - Conhecimento e expressão em artes visuais
A linguagem de artes visuais requer entendimento sobre os conteúdos e sua história,
materiais e técnicas, apreciação e compreensão dos diversos momentos da história da
arte até os nossos dias, principalmente nas últimas décadas onde somos muitos
bombardeados por imagens. Além das formas tradicionais como a pintura, escultura,
desenho, gravura, arquitetura, cerâmica, fotografia, outras modalidades de expressão
visual como as artes gráficas, o cinema, a televisão, a computação e o vídeo nasceram
no século XX. É uma explosão inédita de cores, formas e luzes por todos os lados, saber
ver e perceber estas manifestações visuais distinguindo sentimentos, idéias e
qualidade, faz parte das aulas de artes visuais.
1.1 percepção visual e sensibilidade estética
1.2 movimentos artísticos em artes visuais em diferentes épocas e
diferentes
culturas
1.3 elementos das artes visuais e audiovisuais
1.4 expressão em artes visuais
A partir desses temas vários projetos poderão ser desenvolvidos:
Os grandes pintores da humanidade - Vicent Van Gogh - Pablo Picasso e outros
Arte brasileira - Arquitetura de Oscar Niemeyer e outras obras
Artistas brasileiros - Cândido Portinari e outros
Arte de Minas Gerais - Carancas – Artistas mineiros – Barroco mineiro – Obras de
Aleijadinho – Cidades históricas de Minas Gerais – Artesãos mineiros
Artistas da região – Artesanato da localidade
Grafitismo
O cinema brasileiro – Arte através da computação
A fotografia – e muitos outros projetos com nomes bem mais criativos e sugestivos.
Cada o projeto deverá desenvolver:
- estudo da história das artes visuais e da obra a ser pesquisada;
- análise, crítica e aspecto cultural da obra;
- apreciação estética e artística, identificação e contextualização da obra;
- introdução à teoria da cor, da forma, da composição, luz e sombra e às artes
audiovisuais;
- recursos expressivos: linha, ponto e material utilizado;
- linguagem artística: desenho, pintura, modelagem, cerâmica, colagem.
2 – EIXO TEMÁTICO - Conhecimento e expressão em dança
Por meio da dança, o aluno experimenta um meio de expressão diferente da palavra.
Ao “falar” com o corpo, ele abre a possibilidade de conhecer a si mesmo de outra
maneira e melhorar a auto-estima. O simples prazer de movimentar o corpo alivia o
estresse diário e as tensões escolares. Para isso, é importante que o corpo não seja
tratado como instrumento, mas como forma de comunicação. Pouco adianta ensaiar
uma coreografia se a atividade for apenas mecânica e tratada de forma alienada. A
aula de dança deve ser um bom momento para que os alunos exercitem sua
criatividade corporal e teste seus limites.
Temas -
2.1 percepção gestual / corporal e sensibilidade estética
2.2 movimentos artísticos em dança em diferentes épocas e diferentes
Culturas
2.3 elementos da dança
2.4 expressão em dança
Projetos que poderão ser desenvolvidos:
Cultura da dança – O Folclore brasileiro – Folclore regional –
Danças produzidas em Minas Gerais – Danças regionais – Dança local
Dança contemporânea – O carnaval e muitos outros títulos de projetos
Estudos que deverão ser desenvolvidos nos projetos:
- história e estudo da dança;
- modalidades e funções, apreciação, análise e crítica dos vários tipos de dança;
- contextualização da dança na história da humanidade;
- elementos da dança: espaço, tempo, ritmo, movimento planos e peso dos gestos;
- expressão – o papel do corpo na dança, criação de movimentos corporais;
- danças corporais individuais e coletivas;
- pesquisa sobre os dançarinos;
- coreografia; - manifestação cultural através da dança;
- envolvimento social e coletivo que a dança proporciona
- comunicação humana através dos movimentos expressivos da dança.
3 – EIXO TEMÁTICO - Conhecimento e expressão em música
Ouvir música faz parte da cultura dos adolescentes, ela dá identidade ao grupo de
amigos, é companheira nas horas de solidão e ajuda a moldar atitudes e
comportamentos. A escola desempenha o papel de desenvolver a cultura musical do
aluno, estabelecendo relações com grupos musicais da localidade, participando de
eventos de cultura popular, shows, concertos e festivais. Os alunos devem ter acesso a
diversos tipos de música para ampliar seu repertório.
Temas -
3.1 percepção sonora e sensibilidade estética
3.2 movimentos artísticos em música em diferentes épocas e culturas
3.3 elementos musicais
3.4 expressão musical
Projetos que poderão ser desenvolvidos:
Músicos brasileiros - Músicos de Minas Gerais – Música regional
Música contemporânea – Músicos da localidade – Música folclórica
Vários tipos de músicas – Música de sua cidade e muitos outros.
Trabalhos que poderão ser desenvolvidos nos projetos:
- história da música;
- conhecimentos de vários instrumentos musicais;
- a música em seus aspectos históricos, sociais e étnicos;
- manifestação cultural através da música;
- estudo da voz e vários sons musicais;
- produção de sons e construção de diferentes fontes sonoras (sopro, corda,
percussão,
eletrônico);
- observação da altura, intensidade, timbre e duração dos sons;
- conhecimento das relações socioculturais da música;
- identificação de diferentes modalidades e funções da música religiosa, folclórica,
profana, ambiental e outras;
- reconhecimento da melodia, harmonia, ritmo e forma;
- percepção e execução de acordes simples;
- identificação e conceituação de termos técnicos específicos da música;
- criação de músicas;
- improvisação, criação e interpretação musical com voz e ou instrumentos musicais.
4 – EIXO TEMÁTICO - Conhecimento e expressão em teatro
É inerente ao ser humano a necessidade de contar histórias, narrar fatos e recriar
acontecimentos. O teatro, dessa forma, sempre constituiu um meio de compreender a
realidade em que vivemos e transcender seus limites. Trata-se de um jogo de
construção que promove o desenvolvimento da criatividade, abre possibilidades de
compartilhar descobertas, idéias, sentimentos e atitudes. Não se pode perder de vista
que a prática teatral está ligada às tradições da época e da cultura nas quais foi criada.
Temas -
4.1 percepção dramática e sensibilidade artística
4.2 movimentos teatrais em diferentes épocas e diferentes culturas
4.3 elementos do teatro
4.4 expressão em teatro
Projetos que poderão ser desenvolvidos:
História do teatro – Cultura teatral – Artistas teatrais mineiros –
Atores da localidade – Teatro na escola – e outros títulos de projetos.
Estudos que deverão ser desenvolvidos:
- reconhecimento, identificação e exploração dos espaços cênicos, gestos e
movimentos
corporais;
- criação, construção e interpretação de personagens em diferentes espaços cênicos;
- identificação de ações dramáticas em diferentes manifestações artísticas e no
cotidiano;
- contextualização de produções teatrais em suas diferentes manifestações;
- entendimento das relações do teatro em diferentes épocas históricas;
- envolvimento social e manifestação cultural através do teatro;
- identificação de narrativas, estilos teatrais e ação dramática;
- relação do espaço, tempo, ritmo e movimento em várias peças teatrais;
- criação, improvisação de personagens e participação em peças teatrais.
Entendendo o ensino de Arte como agente transformador e formador do cidadão é
necessário que esteja presente durante toda a vida escolar do aluno, em todas as
séries, e ainda, no planejamento e na experimentação em sala / escola, para que em
sua prática diária, os aprendizes possam, a partir da flexibilidade do projeto, ajustar tal
proposta às necessidades da comunidade onde a escola está inserida, procurando
sempre fazer uma releitura da obra, apropriando-se das informações e ajustando-as à
sua realidade.
Proposta Curricular - ARTE
Educação Básica – 2012
Ensino Fundamental - 6ª a 9ª série
Revista Nova Escola - Edição Especial
Parâmetros Curriculares Nacionais
Fáceis de entender de 6ª a 9ª série
SÍNTESE DO ROTEIRO DE UM PROJETO
1 – Título do Projeto
Escolha do título do projeto - (objeto de pesquisa e estudo, escolhido após a sondagem
e observação planejada do professor, mediante ao interesse e necessidades
apresentadas pelos alunos).
2 – Identificação
Público alvo - alunos da .....................................
3 – Justificativa
A opção pelo projeto .................................................. se deu pelo interesse dos alunos
em ......................................................................................................(fazer uma
descrição clara e objetiva das intenções, desejos e expectativas ao final do projeto e
citar o trabalho que se propõe desenvolver).
4 - Objetivos
Objetivo geral define de modo sucinto e abrangente o que se pretende alcançar.
O objetivo geral diz respeito à solução do problema que se deseja alcançar com a
intervenção.
Objetivos específicos devem expressar os resultados concretos a serem atingidos.
(os objetivos devem ser descrito com o verbo no infinitivo).
5 – Plano de ação
Descrição do caminho que se escolheu para se atingir os objetivos.
Metas
Definem o estudo central do projeto, são os resultados parciais a serem atingidos. Ao
escrevermos uma meta, devemos nos perguntar: O que queremos? Para que
queremos? Quando o queremos?
Ações
Devem estar sempre vinculadas aos objetivos específicos, de forma que ao serem
realizadas, os objetivos propostos sejam alcançados. As ações podem ser detalhadas
em tarefas e atividades para que conheça todo o processo de operacionalização do projeto.
6 – Sistematização
Percepção mais clara do trabalho em arte, verificação do que aprenderam e a
possibilidade de assimilação e adaptação às novas alternativas de compreensão não só
em linguagem de arte. É o momento da avaliação.
Ao final do projeto é preciso acolher tudo que foi construído, elaborar um portfólio e
avaliar o processo vivido. É importante propor situações de avaliação conjunta –
professor e aluno.
Uma Aula de ARTES VISUAIS.
Queridos amigos e amigas professoras de Arte na Rede Pública de Ensino de Mossoró, aqui está uma pequena contribuição para as aulas de arte no 6º ano do Ensino Fundamental. Bom proveito!
(Educação Fundamental IIl)
Objetivo: Proporcionar a descoberta de novas cores e tons.
Sunflowers – Van Gogh
Iniciaremos a aula com uma conversa sobre as variedades das cores, dos tons e a diversidade de cores que podemos obter quando misturamos uma cor com a outra. Para ilustrar melhor, levaremos obras do Candido Portinari e Van Gogh, a fim de mostrar as cores e os tons utilizados nas pinturas.
Com tinta guache e muita mistura, iniciaremos nosso trabalho na intenção de obter diferentes tons e cores. Com essa mistura descobriremos tons de azuis, rosas, verdes, enfim criaremos uma variedade de cores.
2ª Aula – Cores Primárias
Objetivo: Explicar a origem das cores
A intenção desta aula é apresentar para as crianças as cores primárias. Mostraremos as cores primárias e explicaremos o porquê elas são chamadas desta forma.
Explicaremos que o amarelo, o vermelho e o azul são chamadas de cores primárias, porque são com elas que formamos outras cores.
AMARELOVERMELHO
AZUL
Como por exemplo:
AMARELO+ VERMELHO = LARANJA ou VERDE ou também VIOLETA
Após a explicação faremos misturas de cores em copinhos plásticos e com pincéis pintaremos um desenho entregue pela professora.
3ª Aula – Arte com giz de cera
Objetivos: Propiciar momentos de descoberta
Para essa aula apresentaremos uma atividade diferente. Iniciaremos a aula com uma conversa sobre a arte e de que forma ela acontece e logo após começaremos a atividade.
Primeiramente distribuiremos folhas de papel sulfite e giz de cera para os alunos.
Logo após dobraremos a folha no meio e apontaremos o giz produzindo assim as raspas do giz de cera, usaremos diversas cores para que o trabalho fique bem colorido. Em seguida espalharemos as raspas do giz na folha de papel (dobrada) passamos o ferro de passar (quente) em cima, aquecendo e derretendo assim o giz de cera, proporcionando formas e cores diferentes.
4ª aula – Técnica Pintura com Terra e Cola
Objetivos: Apresentar com um material não convencional uma diferente maneira de se fazer tinta.
Apresentaremos nesta aula a técnica de pintura com terra e cola branca.
Pediremos para as crianças trazerem de suas casas um pouco de terra seca do jardim ou de um vaso.
Pegaremos copos plásticos e misturaremos a terra com a cola, numa quantidade que fique numa textura nem muito líquida e nem muito espessa.
Mostraremos para as crianças as diferentes tonalidades de marrom que surgiram devido à diferença da cor das diferentes terras trazidas por elas.
A seguir entregaremos uma folha e um pincel para cada criança e pediremos para que elas desenhem livremente com aquela “tinta” formada pela mistura da terra e da cola.
5ª aula – Técnica Pintura com Pasta de Dente Colorida com Anilina
Objetivos: Explorar a criatividade usando material de higiene para fazer arte
Solicitaremos para cada criança, que tragam de casa um tubo pequeno de pasta de dente (de preferência branca).
Na sala de aula, colocaremos as pastas de dentes em copos plásticos e tingiremos com anilina de diferentes cores.
Reuniremos as crianças de modo que possam usar as cores uns dos outros e entregaremos uma folha de papel canson, por se mais espessa e pela cola ser mais pesada em relação à outra tinta.
Pediremos que façam desenhos usando o dedo e a tinta feita com a pasta de dente e observem a diferença na textura e no cheiro.
6ª aula – Técnica de Pintura com espuma
Objetivos: Apresentar nova técnica de pintura substituindo o pincel pela espuma
Explicaremos para as crianças a técnica de pintura usando uma espuma. Mostramos as possibilidades de criações feitas com este material. Cada maneira de usar a espuma cria um efeito diferente, por exemplo: dando breves batidinhas de tinta com a espuma no papel, arrastando a espuma com tinha e até criando uma textura diferente usando uma quantidade de tinha maior.
Entregaremos para cada criança um pedaço de espuma, tinta guache de diferentes cores e uma folha de papel canson e pediremos que elas façam desenhos usando as diferentes formas de pintura com a espuma que foram apresentadas.
7ª aula – Luz, Cor e Forma
Objetivos: Apresentar como é feita uma obra de arte
O Gato - Aldemir Martins
Abaporu - Tarsila do Amaral
O intuito desta aula é explicar para as crianças como é feito um quadro.
Começamos a aula mostrando várias imagens de quadros famosos, tais como: Gato de Aldemir Martins e a obra Abaporu de Tarsila do Amaral.
Explicamos que geralmente o pintor faz vários rascunhos antes de espalhar as tintas sobre a tela. Para isso muitas vezes usa-se carvão. Mas é com as tintas e o pincel que a pintura vai se formar. E são as tintas que darão os três efeitos necessários para a pintura, são eles: luz, cor e forma.
Usando um pincel com tinta, mostramos os efeitos que podemos formar de luz, cor e forma, como por exemplo: um pingo, um risco, uma curva, etc.
Explicaremos a partir daí a importância da luz para a pintura e mostraremos exemplos nas obras apresentadas.
Em seguida, entregaremos uma folha, pincel e tintas guache para as crianças fazerem suas obras, baseadas nas informações aprendidas.
Objetivos: Explorar a criatividade usando material de limpeza para fazer arte, explorando textura e cheiros.
Pediremos para as crianças que tragam uma pequena quantidade de sabão em pó de casa para fazermos uma atividade de pintura.
Apresentaremos uma técnica de pintura que mistura guache e um pouco de sabão em pó, que pediremos que tragam uma pequena quantidade de casa.
Nesta técnica, colocaremos várias cores de tinta guache em vários copos plásticos e em cada copo misturaremos um pouco de sabão em pó.
Pediremos para as crianças colocarem variadas cores em uma folha de papel, pingando-as e espalhando-as aleatoriamente, após feito isto, orientaremos cada criança dobrar com cuidado sua folha ao meio para depois de aberta ver o desenho que se forma.
Pediremos para as crianças que observem as criações uns dos outros, a textura e o cheio da tinha misturada com o sabão em pó.
9ª Aula – Traços e desenhos geométricos.
Objetivo: Apresentar o uso de figuras geométricas na confecção de obras de artes.
Natureza morta – Ianelli
Menina com Bandolim - Picasso
Guitarra – Picasso
Nessa aula mostraremos como é possível usar figuras geométricas para confeccionar obras de arte. Observaremos o quadro de Ianelli (Natureza Morta) e obras de Picasso, como “Guitarra” e “Menina com bandolim”, uma pintura cubista que foge da forma tradicional de pintura. Na obra Guitarra, explicaremos que empregam-se colagens , papéis diversos, como jornais, papéis de paredes, etc. Há um interesse grande por texturas e materiais e as cores se tornam muito mais vivas.
Nesta aula podemos utilizar jornais, revistas para tentar reproduzir de uma forma própria o quadro, se libertando de qualquer procedimento imitativo e sim interpretativo.
Objetivo: Promover a criatividade sem o uso de uma técnica específica
O intuito desta aula é propiciar algo que fosse relaxante e estimulasse a espontaneidade das crianças.
Levaremos um aparelho que toca cd, e ouviremos CD da Enia, e deixaremos que trabalhem livremente de forma espontânea, desenhado e construindo algo que nunca antes tivessem pensado ou até mesmo feito. O intuito dessa aula era proporcionar leveza, descontração e espontaneidade para construir.
11ª aula – Técnica de Pintura com guache e cola
Objetivos: Apresentar obras de arte de Candido Portinari e mostrar como a mistura de dois materiais já conhecidos pelas crianças, pode formar uma tinta diferente.
Nesta aula apresentaremos uma técnica que mistura guache e cola branca. Numa proporção de 2 partes de guache para uma de cola branca. Esta mistura deixa a tinta formada mais espessa e com mais brilho em relação ao guache.
Apresentaremos várias obras de Candido Portinari (acima), que mostram várias brincadeiras de crianças, falaremos brevemente sobre Candido Portinari e sua importância para a Arte do País.
A seguir entregaremos uma folha e a mistura com guache e cola para as crianças, que devem estar reunidas em uma mesa para poderem dividir as diferentes cores e pediremos que pintem sua brincadeira predileta.
12ª aula – Monalisa Estilizada (Técnica Sfumato)
Objetivos: Apresentar o artista Leonardo da Vinci e sua importante obra “Monalisa”, e também apresentar a técnica do sfumato, utilizada por ele para pintá-la.
Monalisa – Leonardo da Vinci
Nesta aula falaremos sobre o pintor Italiano Leonardo da Vinci e sua famosa obra Monalisa, provavelmente a obra mais famosa da história da Arte. Conversaremos com as crianças sobre seu valor e sobre o Museu do Louvre na França, local onde a obra esta exposta. Explicaremos que a técnica utilizada por Leonardo da Vinci para pintar a Monalisa foi o Sfumato que em italiano quer dizer “misturado” ou “esfumaçado”. Esta técnica apresenta uma pintura sem linhas ou limites, como se fosse fumaça. A seguir entregaremos para as crianças uma folha apenas com o contorno da Monalisa e pediremos que pintem com lápis de cor e giz de cera a figura da Monalisa como se ela vivesse nos dias de hoje, tentando a medida do possível fazer pinturas esfumaçadas, usando raspas da grafite e o dedo.
sexta-feira, 2 de março de 2012
TEXTO OPERAÇÃO SAL GROSSO por Gilberto Diogenes.
Da honestidade e dos homens públicos; e dos homens públicos desonestos
Ser honesto é uma virtude inerente a qualquer ser humano. Agir com retidão e honestidade é conduta primordial a toda pessoa, mas que deve ser observada com maior diligência pelos chamados “homens públicos”.
Em Mossoró, infelizmente, muitos dos nossos representantes no Legislativo não deram muita importância a esse primado. Tanto que, além da má fama atribuída pelas pessoas, alguns também estão passando por rigoroso e doloroso processo.
Trata-se da Operação Sal Grosso, através da qual o Juiz da 3ª Vara Criminal de Mossoró, Cláudio Mendes Júnior, sentenciou nove vereadores e ex-vereadores pelos crimes de peculato e corrupção passiva.
Os sentenciados são João Newton da Escóssia Júnior (6 anos e 4 meses); Aluízio Feitosa (5 anos e 4 meses); Ângelo Benjamim de Oliveira Machado (5 anos e 4 meses); Claudionor Antônio dos Santos (5 anos e 4 meses); Daniel Gomes da Silva (5 anos e 4 meses); Gilvanda Peixoto Costa (5 anos e 4 meses); Manoel Bezerra de Maria (5 anos e 4 meses); Maria Izabel Araújo Montenegro (5 anos e 4 meses); e Osnildo Morais de Lima.
É bem verdade que ainda cabe recurso, mas é difícil de imaginar que Ministério Público (que fez a denúncia e pediu a condenação dos acusados) e a Justiça, que atendeu a quase todos os pedidos feitos pelo órgão ministerial, tenham atuado com tamanha desídia que o resultado nas instâncias superiores não seja mantido.
Ademais, foram analisados mais de vinte mil documentos (provas físicas irrefutáveis) e 40 computadores aprendidos. Entre os principais pontos de irregularidades apontados pelo MP estão: gastos com diárias não comprovadas; empréstimos consignados pagos pela Câmara Municipal à
Caixa Econômica Federal, em nome de vereadores e demais servidores da Casa; despesas realizadas sem licitação e uso das verbas de gabinete de maneira irregular.
A Operação Sal Grosso foi deflagrada em novembro de 2007 e deixou aos envolvidos e a todos que pretendem ingressa na vida pública uma lição: não é assim que se procede. Nem como homem, tampouco como representante popular.Para finalizar, nunca é demais lembrar a milenar lição do filósofo grego Aristóteles: "a felicidade consiste em ações perfeitamente conformes à virtude, e entendemos por virtude não a virtude relativa, mas a virtude absoluta. Entendemos por virtude relativa a que diz respeito às coisas necessárias e por virtude absoluta a que tem por finalidade a beleza e a honestidade."-- Gilberto Diogenes
Presidente da FETAM-RN
Assinar:
Postagens (Atom)









































